segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Viva ao vandalismo a art d quem ñ tem educação


Tropo d Elit é osso duro d roer... pega um pega geral, também vai pegar vc....
Os heróis entram em cena, Rio d Janeiro 27/11/2010 a elit sob a favela Complexo do Alemão, a imprensa vem acompanhando o caso. Exib nas telinhas d seu televisor d plasma paga em 12x sem juros, uma ótima visão para assist o Brasil ser derrotado pela Holanda na Copa da África, o seu locutor preferido narrar para seus telespectadores: “A tropa esta invadindo o território dos bandidos, esta liquidando os traficant’s desse crime organizado q a terroriza esse Brasil d nossa gent, tem q meter bala neles. O povo ped paz, quer ter sossego................
Minha ment terrorista esta em alerta, quem são os bandidos q a imprensa os chamam? Já é mas q na hora do chamado crime organizado ser ativo nos seus conceitos. Estamos falando d favelas, lugares a ond pessoas não tem ond morar, a ond não exist civilização, são pessoas jogadas d lado, oprimidas em um sistema cobrindo o seu sufoca mento, a favela é um mundo particular, país embargado, sem ajuda exterior como a Cuba d Fidel Castro... Todos queremos crescer sociament, atingir o sucesso, a constituição brasileira decreta isso em sua sumula, no entanto não temos educação para formar cidadãos digno d estruturas. Fomos roubados, tem uma frase q li no banheiro nojento d uma faculdad particular, q cobra um absurdo d mensalidad para não atingir “públicos inferiores” e a segurar o famoso degraus superiores, iludindo nesse nível a atingir o padrão estabelecido no mercado d trabalho a frase; “ Viva o vandalismo, a Art d quem ñ tem educação” foi uma das coisa mas ricas q eu vi nessa facú, um pixo num banheiro sujo com a privada cheio d bosta q muito provavelment o usuário saio sem limpar a sua bunda, por falta d papel no local.
O surto psicótico vem a tona, d relatos exorbitantes d como a sociedad cai na telha em conversas fiadas d milícias. Ninguém nasce bandido, não vem d um dia para o outro, c a palavra vagabundo para o outro t conforta e dos seus não é por q tu é hipócrita. Cada dia tenho a certeza q a sociedad não deseja a igualdad, só quando roe o osso duro. Como tenho ódio dessa gent, covard, c escond a trás d leis fingidas imposto pelo sistema, para não questionar.
É lógico q uma hora o bomba vai estourar, e o sangue vai bater em sua porta e ai não vai poder virar o seu rosto e assist Fastão e Sivio Santos e rir da sua própria desgraça, d gargalhada do seu próprio eu, caindo em armadilhas no “Topa Tudo Por Dinheiro”. Sou um simples brasileiro, não sou um terrorista, procuro encaixar os fatos q acontece ao meu redor, e tirar uma conclusão, sem ninguém impondo meus pensamentos, sem um filho da@%$$$%&& me manipulando. Só eu, observando quem sou eu, a ond me encaixa nessa historia, com quem eu me identifico? Sou a lei,sou um viciado, sou traficant,sou morador,sou juiz, sou policia, sou irmão, sou pai,sou mãe, sou companheiro, professor, estudant etc... a ond eu me encaixo nessa historia, posso ser d longe e não ser comigo, no meu país e voltar quando formos hexa campeão mundial d futebol.



terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Insensatez





Meu destino só Deus Sab, pos não sei ate q ponto minha ancianidad levara ao talvez próximo do meu bem estar. Quanto mais eu me aprofundo nos pensamentos, mais eu me sinto melhor, como no caminho do bem dizia: Sebastiao Rodries Maia (Tim Maia) na sua fase Racional. Talvez me aprofund na locura num certo ponto d poder rasgar o dinheiro, por q não? C esse for o caminho da felicidad. Quem Sab não é o portal da tão buscada felicidad??
Mais uma vez me sinto um covard, toda vz q testo meus limit’s me sinto assim (um covard).
Estiv a pouco tempo atrás no interior d Sampa, ao meu redor os parent’s, tomando algumas cervejas ao famoso churrasquinho no quintal, fiquei próximos aos mais velhos no local. Entre as juventud’s present cheia d vigor para vida, com muitas paqueras, risadas e celebrações, os mais velhos comentavam repetidament algo sobre suas terras natal. Com desejos enormes d voltar para seus habitar, sonhos agradáveis d c apreciar ao lado, do tipo q esta próximo d c realizar. É só questão d mais um passo ou o fantasma dos segundos q não chega (tempo)!
Senhores q saíram do interior d Minas para busca d algo na cidad grand. Mais q algo? Dinheiro??
Sim, quando estamos cheio d vida, precisamos das aventuras, c arriscar e enfrentar, mostrar q somos capazes.
Mais por q q muitos querem voltar ao local q iniciou, já q não ouv praticament nenhuma mudança radical e d preferência q não mud?? Essa vontad d cuidar da própria terra, d colher seus próprios alimentos trás um pouco da utopia q desejamos no intimo as sete chaves. Não c troca nota pela colheita da sua própria terra!
Não estou dizendo para q todos vivem da agricultura, e quando chegarmos em uma determinada idad teremos essa vontad d terra. Pos eu particularment sou uma rapaz q nasceu na cidad grand, tenho meus vícios, comodidad’s , e lazeres e etc... e dificilment me adaptaria em tal situação.
Mais me chamou muita atenção esse fato, essa conversa ao meio a churrasco no fundo do quintal. Acredito q no meio d outras famílias existam a mesma situação. O q eu estou querendo dizer é o tal do bem estar, a busca da felicidad!
Sonhamos sempre e devemos sonhar, nos faz bem, é o fôlego da sobrevivência, é o combustível da vida, é o preenchimento da sua historia em quanto vc respira. Devemos nos amar, gostar c apaixonar mesmo q as possibilidad’s são as menores, e o sofrer por amor nos faz tão bem, é como c realment fosse o essencial. Gosto muito d uma musica do Vinicius d Moraes q dz assim: Pergunt ao seu orixá, q o amor só é bom c doer... E vamos nos conversar q é a insensatez satisfatória!
As emoções fazem part d nossas vidas, com os impulsos constant’s d adrenalina aos pingos da vida. Somos livres, mais nos prendemos por tão poucas coisas.